sábado, 27 de setembro de 2014

MINISTÉRIO LANÇA APLICATIVO QUE INFORMA FAMILIARES SOBRE DECISÃO DE SER DOADOR

Ministério da Saúde
MEME_doacaoOrgao-6O Ministério da Saúde lançou na última quarta-feira (24/09/2014), a campanha que marca o Dia Nacional de Doação de Órgãos, comemorado no próximo sábado. A mensagem-chave é “Seja doador de órgãos e avise sua família. Sua família é a sua voz”, com o objetivo de sensibilizar as famílias e os doadores de órgãos quanto à importância do diálogo sobre essa decisão. Isso porque, é a família quem autoriza o procedimento quando a situação do paciente é irreversível. Desta conversa nasce a decisão que pode trazer nova vida às pessoas que aguardam por um transplante de órgãos e tecidos.
Para reforçar a campanha, o Ministério da Saúde desenvolveu aplicativo que fará interface com o Facebook e irá notificar os familiares, automaticamente, no momento em que o cidadão se declarar doador. Ou seja, em um clique a pessoa se declara doador de órgãos e deixa toda a família sabendo disso. Além disso, o internauta também poderá adicionar o laço verde – símbolo mundial da doação – à foto de seu perfil na rede social. Para expressar o desejo de ser um doador de órgãos, o usuário precisa acessar a Fanpage do Ministério da Saúde e seguir os passos indicados pelo aplicativo. Com esses dados, o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) criará um banco informal de doadores com base nas informações coletadas pela rede social. É importante ressaltar que a doação só acontece com a autorização familiar.
Atualmente, 56% das famílias entrevistadas, em situações de morte encefálica, aceitam e autorizam a retirada de órgãos para a doação. Para o ministério, esse percentual pode ser ainda maior, permitindo a realização de mais transplantes. “O nosso foco é mobilizar a sociedade brasileira para a doação de órgãos e, na mesma intensidade, fazer com que as famílias do doador saibam da decisão que foi tomada, para que a doação se concretize e possa ser confirmada no momento das entrevistas nos serviços de saúde”, disse o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

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